Steven Salisbury é jornalista freelancer, fotógrafo e consultor privado norte-americano baseado em Bogotá, Colômbia. Ele vive e trabalha na América Latina desde a década de 1980, especializando-se em guerrilhas e conflitos envolvendo drogas. Como correspondente de guerra ele esteve presente em combates em El Salvador, Nicarágua, Guatemala e Colômbia, acompanhando as forças combatentes às vezes por meses seguidos.
Salisbury já se reuniu com os mais altos líderes do governo da Colômbia, das forças armadas, das guerrilhas e das organizações paramilitares. Seus artigos e fotos saíram no Wall Street Journal, Washington Times, Jane’s Intelligence Review, New York Times, Semana (revista de notícias de maior circulação da Colômbia) e em outras publicações. Ele também já trabalhou como produtor de campo na Colômbia em programas para o History Channel, Fox News e Discovery/Travel Channel. Salisbury é pesquisador associado do Foreign Policy Research Institute (Filadélfia, EUA). Em 2003 ele foi palestrante na conferência sobre a Colômbia organizada pelo Bureau of Intelligence and Research do Departamento de Estado.
Ana Arana é jornalista investigativa norte-americana com extensa experiência internacional. Entre 2007 e 2008 Arana recebeu uma bolsa da Knight International Journalism para trabalhar no México, desenvolvendo unidades investigativas nos jornais El Universal e Centro e nas revistas Gatopardo e Expansión. A equipe de reportagem que ela auxiliou no jornal El Universal ganhou o mais alto prêmio de jornalismo do México em 2007, o National Press Award.
Arana deu treinamento para jornalistas de vários grupos internacionais, incluindo a Inter American Press Association e o International Center for Journalists, além de treinamentos na África, América Latina e Ásia. Seu trabalho de jornalismo já foi publicado na Foreign Affairs, Marie Claire, Newsweek, Business Week, Salon.Com, The Columbia Journalism Review, New York Daily News, US News and World Report, The Baltimore Sun e Village Voice, entre outros.
Em 2003 ela ficou baseada no Senegal e na Guiné-Bissau, trabalhando para a Open Society Initiative of West Africa, da Fundação George Soros. De 1987 a 1993 ela trabalhou como correspondente estrangeira na América Central e na Colômbia para a CBS News, The Miami Herald e The Fort Lauderdale Sun-Sentinel, fazendo reportagens sobre as guerras civis centro-americanas e as guerras de drogas na Colômbia. Ela também foi repórter do San Jose Mercury News e produtora associada
da KCET-TV, ambas na Califórnia.
Arana se formou pela Columbia Graduate School of Journalism e pela San Francisco State University.
Doug Saunders é canadense e chefe do Globe and Mail’s London-based European Bureau, escreve coluna Reckoning na seção Focus, bem como relatórios diários e produções semanais em questões européias e em tendências sociais e políticas internacionais. Tem sido escritor com o Globe desde 1995. Saunders nasceu em Hamilton, em Ontário, e se formou em Toronto. Após sucesso prematuro em revistas e pesquisas jornalísticas, trabalhou primeiramente para o Globe como repórter geral, depois como escritor editorial. Em 1996, juntou-se à seção de fim de semana onde criou uma posição de escrita especializada sobre mídia, cultura, anúncio e fenômenos populares. Em 1999, transformou-se o repórter do Los Angeles Bureau, cobrindo histórias sociais e políticas no oeste americano e os desenvolvimentos mais amplos na sociedade norte-americana. Saunders ganhou o prêmio National Press Award - homólogo canadense ao prêmio Pulitzer - em quatro ocasiões, incluindo três inesperadas vitórias consecutivas para a categoria escrita crítica em 1998-2000, e uma honra ao mérito Reckoning como melhor coluna canadense em 2006. Ele ganhou o prêmio Stanley McDowell por escrita e foi postulado ao national Magazine Award. Em 2002, ele retornou a Toronto, onde passou a escritor em assuntos internacionais. Saunders lançou uma coluna na seção Focus visando examinar os desenvolvimentos no mundo de idéias intelectuais e políticas, com relação aos desenvolvimentos atuais das notícias. Em 2004, Saunders começou a trabalhar no European bureau. Com exceção de sua cobertura de casos europeus, ele fez vários trabalhos sobre o Médio Oriente, Rússia e o subcontinente indiano.
Michel Labrecque é repórter canadense de radio para a RADIO-CANADA, uma emissora da CANADIAN BROADCASTING CORPORATION, a principal emissora pública de transmissão do Canadá. Ele trabalhou em muitas reportagens e programas de atualidades para a radio nacional em idioma francês em Montreal. Produziu inúmeros documentários de radio em questões políticas, sociais e culturais em muitas partes do Canadá. Foi também enviado especial em muitos países do leste europeu e da antiga união soviética na década de 90, e para grandes potências em crescimento como China e Índia nos últimos anos. Ele cobriu também muitas questões nos Estados Unidos. De 2001 para 2003, Michel foi correspondente na América do Sul, localizado no Rio de Janeiro. Ganhou importantes prêmios de jornalismo como o Grand Prix de jornalismo da comunidade das rádios públicas de língua francesa, o Prêmio Judith Jasmin de rádio, o Prêmio de Jornalismo da Radio Canadá e o Prêmio de jornalismo cultural da conferência canadense das artes e em 2007, ganhou um dos três prêmios de jornalismo econômico de Quebec.
Mauricio Segura nasceu em Temuco, Chile, em 1969. Ele habitou a Argentina e posteriormente morou em Montréal. Formado em economia e literatura, Segura é autor de « Côte-des-Nègres » (Boréal, 1998) - uma vasta, fresca e realista produção sociológica sobre a vida de adolescentes em comunidades imigrantes de Montréal – e de « Bouche-à-bouche » (Boréal, 2003) – uma parábola íntima, onírica e dotada de erotismo turvo. Segura foi o responsável pelo blog "Montréal-Nord" (http://blogues.lactualite.com/montrealnord/), onde escreve artigos e contos sobre a vida no distrito após a morte do jovem Fredy Villanueva, fato que desencadeou manifestações e que se unirem as comunidades para discutir sobre o combate à violência.
Paulo Vaz possui graduação em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1985) , mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1988) , doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994) e pós-doutorado pela University Of Illinois At Chicago (2004) . Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Comunicação , com ênfase em Teoria da Comunicação. Atuando principalmente nos seguintes temas: Etica, Filosofia Moderna e Contemporanea, Historia.
Ivana Bentes é pesquisadora na área de Comunicação e Cultura com ênfase nas questões relativas ao papel da comunicação, da produção audiovisual e das novas tecnologias na cultura contemporânea. É doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde é professora do Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ e diretora da Escola de Comunicação da UFRJ. É pesquisadora do CNPQ e desenvolve as pesquisas: "Estéticas da Comunicação: novos modelos teóricos no capitalismo cognitivo", "Periferias Globais", análise da produção cultural e estética vinda das periferias e "Redes eletrônicas; arte e tecnologia". Coordena o Pontão de Cultura Digital da ECO dentro do projeto Cultura Viva do MinC.
Participa regularmente como ensaista e conferencista em publicações e eventos relacionados às áreas de Comunicação, Artes Visuais, Cinema, Televisão e novas tecnologias da imagem e como curadora na área de cinema e arte. Organizou as mostras A Favela no Cinema (CCBB-RJ.2001), A Cultura da Favela (CCBB-RJ e Instituto Goethe de Berlin e Munique, 2002 e 2003). Foi produtora e organizadora no Brasil da mostra O Efeito Cinema na Arte Contemporânea (CCBB-RJ. 2003), com curadoria de Philippe Dubois), curadora da exposição In Situ, para a Cine Cinematográfica. São Paulo, 2003 e Corpos Virtuais para o Centro Cultural da Telemar/OiFuturo. Rio de Janeiro. 2005. Organizou, com diferentes parceiros, os seminários "Midia da Crise e Crise da Midia", "A Constituição do Comum", "Fórum da Mídia Livre", "Fórum Livre do Direito Autoral: o domínio do Comum", "Fórum Mundial da Mídia Livre".